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Ações da Dasa reagem mal à saída de executivos

As ações da Dasa, de medicina diagnóstica, ficaram entre as maiores quedas do Ibovespa ontem, após o anúncio da saída de dois  importantes executivos da companhia: José Maurício Puliti, diretor financeiro e de relações com investidores, e Rodrigo Musiello, diretor comercial.

Os papéis da empresa encerraram o dia em queda de 4% e movimentaram um volume de R$ 97 milhões em negócios – ou 3,4 vezes a sua média diária de giro nos últimos 12 meses.

O superintendente de relações com investidores da Dasa, Paulo Bokel, considerou “normal” a reação dos investidores, mas garantiu que não há motivos para preocupações com a saúde financeira da companhia, tampouco com a continuidade da sua estratégia no ramo.

Analistas ouvidos pelo Valor disseram que a saída dos diretores preocupa porque a Dasa está numa fase de privilegiar a melhoria dos seus serviços, o que tem pressionado suas despesas operacionais. Além disso, a Dasa está perto de divulgar (no dia 26 de março) seu balanço do ano passado.

Há apenas oito meses na Dasa, Puliti decidiu sair “por não ter se adaptado à empresa”, segundo Bokel. Já Musiello optou por aceitar a proposta de uma outra empresa que não faz parte do segmento de medicina diagnóstica.

Em caráter provisório, os cargos de diretor financeiro e de relações com investidores serão ocupados pelo presidente da Dasa, Marcelo Noll Barboza. “Já contratamos uma empresa para selecionar um profissional para assumir as duas funções”, explicou Bokel.

Nas próximas semanas, a companhia deve anunciar uma reorganização da sua diretoria, uma pendência desde a fusão com a MD1, anunciada no final de 2010. “A reorganização não significa necessariamente a saída de diretores da empresa”, diz Bokel. Atualmente, 11 diretores se reportam diretamente ao presidente da Dasa. “Esse número deve ser enxugado, com a possível realocação de executivos internamente “, diz o executivo.

O Bank of America Merrill Lynch escreveu em relatório que a renúncia do diretor financeiro adicionou uma “dose de incerteza às ações da Dasa no curto prazo”. Mas a área de análise do banco não vê motivos para preocupações sobre a posição financeira da companhia. No acumulado de 12 meses, as ações da Dasa recuam 21%.

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