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Clima pode interferir em morte por AVC e enfarte

Além das variações térmicas, a umidade relativa do ar também é apontada como possível fator de risco. A temperatura ambiente pode estar relacionada a mortes por enfarte do miocárdio ou por acidente vascular cerebral (AVC) do tipo hemorrágico registradas na
cidade de São Paulo. A hipótese foi levantada por uma pesquisa coordenada pelo Hospital Albert Einstein em parceria com a Secretaria Municipal da Saúde e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Além das variações térmicas, a umidade relativa do ar também é apontada como possível fator de risco. No caso do AVC hemorrágico, por exemplo, os pesquisadores perceberam que a incidência de mortes aumentou na capital nos dias em que a temperatura oscilou exatamente 3ºC, para mais ou menos.

Ainda não compreendemos essa correlação muito bem. Mas vimos que, geralmente, os pacientes passaram por variações como essa de seis a 24 horas antes do AVC, diz o coordenador do estudo no Einstein, Bento Fortunato Cardoso dos Santos. Diariamente, cerca de cem pessoas sofrem um AVC no Estado de São Paulo, segundo a Secretaria Estadual da Saúde. Desses casos, 80% representam eventos
isquêmicos e 20% são hemorrágicos (com sangramento).

Já no caso dos enfartes, os pesquisadores identificaram uma margem térmica de proteção para o organismo: dos mais de 12 mil óbitos ocorridos na cidade por esse tipo de doença cardiovascular, em 2009, foi constatada uma mortalidade menor quando a temperatura estava amena, entre 21,6ºC e 22,6ºC. Temperaturas extremas estão relacionadas a doenças cardiovasculares. O frio ou o calor
intenso prejudicam o corpo, justifica o cardiologista do Hospital do Coração e do Instituto Dante Pazzanese, Celso Amodeo. As informações são do Jornal da Tarde.

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