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Estudos nacionais e internacionais têm demonstrado que a comunicação médico-paciente é o componente principal do cuidado em saúde. Mas o avanço da tecnologia médica, o fenômeno da hiper-especialização do conhecimento e os tempos curtos de consulta podem ter contribuído para ampliar o distanciamento e criar formalidade no trato entre profissional e paciente.

A abordagem centrada no usuário e focada na experiência do paciente cresce em diferentes sistemas e serviços de saúde no mundo. A comunicação efetiva tem sido apontada como fonte indispensável à motivação, incentivo e suporte a todas as etapas do cuidado em saúde, que vai desde o diagnóstico ao tratamento e percorre dimensões importantes, como os cuidados de transição e cuidados paliativos. Os profissionais de saúde devem estar preparados para se adequar a este novo padrão relacional com os doentes e a estimulá-lo.

Como pacientes e profissionais de saúde podem construir juntos uma comunicação efetiva que seja boa e auxilie a ambos?

De modo geral, quem procura atendimento em saúde encontra-se com algum desconforto. Isto já traz à cena inseguranças, receios, expectativas e muitas dúvidas que os profissionais de saúde precisam estar preparados para manejar e acolher.

É muito importante que usuários do sistema de saúde saibam que é esperado que façam perguntas e procurem melhor compreender o que se passa na presença de algum problema de saúde. Muitas vezes por dúvida, desconhecimento, vergonha ou ansiedade, os pacientes não indagam sobre sua condição de saúde quando numa consulta médica ou com qualquer outro profissional de saúde (enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, etc.).

Enquanto alguns pacientes são bastante proativos durante uma investigação diagnóstica ou um tratamento, outros não sabem ao certo o que perguntar, quando e como. Mas todos podem aprender. Nosso papel é procurar orientá-los da melhor maneira possível. Podemos encorajá-los a uma maior participação no cuidado com sua saúde. Devemos informá-los, por exemplo, que eles podem levar anotadas em um papel, no celular ou no computador, as suas dúvidas. Também podem e deveriam anotar as orientações mais importantes que o médico lhes passou, como medicamentos a utilizar, exames a fazer e precauções a tomar, dentre outros.

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