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Os gastos com produtos e serviços ligados a saúde e cuidados pessoais (planos de saúde, consultas médicas e serviços laboratoriais) são os que mais pesaram em maio no orçamento das famílias da região metropolitana de SP.

O resultado é apontado por dois novos indicadores lançados pela Fecomercio SP: o IPS (Índice de Preços de Serviços) e o IPV (Índice de Preços do Varejo). O objetivo é acompanhar a evolução de preços e seus impactos por faixas de renda, classificadas de A (renda familiar acima de R$ 12.207) a E (até R$ 977).Em maio, o IPS subiu 0,15%. A maior alta (são 66 itens pesquisados) foi para despesas de saúde, com 0,62%. Por faixa de renda, o maior impacto foi para a classe E –alta de 0,71%.

O segundo grupo que puxou o indicador foi o de despesas pessoais (manicure, empregado doméstico, serviço bancário). Em 12 meses, o IPS acumulado é de 5,19%.Já o IPV (mede preços de 181 produtos) subiu 0,49% em maio. Os maiores reajustes foram em produtos do grupo saúde (farmacêuticos e óticos) e cuidados pessoais (vitaminas, sabonetes), com alta média de 1,33%. Por faixa de renda, variou de 1,41% (classe E) a 1,43% (classe A).O segundo que mais subiu foi habitação, com alta média de 1,10%. Em 12 meses, o IPV variou 6,68%.

“Assistimos a uma retomada lenta do processo inflacionário, não é um fenômeno esporádico de curto prazo”, diz o diretor Antonio Carlos Borges. O economista Fabio Pina destaca que neste ano a inflação nos produtos se mostrou “mais significante, pressionada pelos preços de alimentos”. A análise da série histórica do IPS e IPV mostra alta maior de preços de serviços ante os produtos de novembro de 2011 e janeiro de 2013. (Claudia Rolli)

Fonte: Folha de S. Paulo

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