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Com o aumento expressivo dos custos médicos-hospitalares – 91,4% nos últimos cinco anos, segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) – companhias que contratam plano de saúde começam a interessar-se por um novo produto: o “stop loss”, uma espécie de resseguro para cobrir gastos além do previsto.

Uma internação em UTI ou um tratamento de alta complexidade realizados por um longo período encarecem consideravelmente o preço do convênio médico no momento de sua renovação, semelhante ao que ocorre quando há um grave sinistro de automóvel.

A Thyssen Elevadores é uma das empresas que já compraram a “proteção” para procedimentos médicos avaliados entre R$ 400 mil e R$ 1,2 milhão. Ou seja, quando ocorrer um sinistro nessa faixa de valor, o resseguro é acionado. A companhia paga por mês cerca de R$ 4 por funcionários e respectivos dependentes para ter o benefício.

“A Thyssen contratou o “stop loss” e teve um sinistro [procedimento médico] com um de seus funcionários de R$ 490 mil. A diferença de R$ 90 mil está sendo coberta pelo resseguro”, disse Humberto Torloni, vice-presidente da Aon, que administra a carteira de planos de saúde da Thyssen Elevadores.

Segundo Torloni, a Aon vem fazendo entre três e quatro estudos por mês para empresas interessadas nesse tipo de resseguro. A Generali, que lançou a novidade neste mês, já fez 18. A UIB Benefícios também acaba de fechar dois contratos e está elaborando outros seis projetos.

A Generali Brasil é a primeira grande seguradora a entrar nesse segmento da saúde no país. Até então, apenas a Fairfax atuava nesse nicho, ao lado das resseguradoras. “A vantagem é que as empresas interessadas nesse tipo de proteção agora podem adquirir o “stop loss” diretamente de uma seguradora”, diz Valter Hime, diretor de seguros de pessoas e benefícios da Generali.

Até então, muitas empresas compravam o stop loss de resseguradoras, mas também eram obrigadas a contratar uma seguradora porque as empresas não podem por lei adquirir diretamente os serviços de uma resseguradora.

Em 2010, a Tempo e a Care Plus chegaram a oferecer o “stop loss” a seus clientes, mas a iniciativa não foi adiante.

O mercado brasileiro de “stop loss” ainda é pequeno. Nos Estados Unidos movimenta cerca de US$ 5 bilhões por ano. (BK).

Fonte: Valor Econômico

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