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Governo detalha privatização do IRB Brasil Re ao TCU

Resseguradora poderá ser uma das 10 maiores do mundo a longo prazo, após privatização.

O secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, explicou que o governo decidiu desestatizar a IRB-Brasil Re para tornar a empresa mais competitiva mundialmente. “O IRB, depois do processo de desestatização, terá flexibilidade necessária para competir em condições de igualdade com grandes grupos mundiais. O IRB tem grande potencial de expansão dos negócios, tendo em vista a realidade econômica do Brasil, com obras de infraestrutura, a necessidade de seguros e resseguros se desencadeará”, disse Barbosa, em entrevista coletiva.

Ele encontrou-se nesta terça-feira com o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Valmir Campelo para discutir a privatização da maior resseguradora da América Latina, ainda este ano. Pelas contas do governo, com a privatização, o capital do IRB, que atualmente é de cerca de R$ 15 bilhões, pode ser ampliado para R$ 50 bilhões, para estar entre as dez maiores resseguradoras do mundo a longo prazo.

A conversão do IRB em empresa privada se dará por meio de um aumento de capital dos atuais sócios privados, diluindo a participação do governo, que deverá se tornar sócio minoritário. “Nós temos capacidade de ter um grande ressegurador de escala de capacidade de competição internacional, baseado no Brasil, tendo participação da União, mas não majoritária, e participação do capital privado, dos principais grupos nacionais”, explicou o secretário executivo.

Para levar a privatização adiante, o governo precisa do parecer favorável dos órgãos de controle: TCU, Banco Central, Superintendência de Seguros Privados (Susep) e Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

O edital com as condições para a desestatização da empresa, lançado pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), foi publicado no dia 23 de janeiro no Diário Oficial da União. Na próxima semana, o ministro do TCU se reunirá com técnicos do BNDES. A previsão é que o parecer do TCU seja divulgado até 15 de março.

Fonte: Segs

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