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O sistema de saúde no Brasil é sustentável?

Pedro Ramos, diretor da Abramge (Associação Brasileira de Medicina de Grupo), afirmou em painel “O sistema de saúde no Brasil é sustentável?” de evento promovido pelo Grupo Folha – 2º Fórum a Saúde do Brasil – no dia 11 de maio no Museu da Imagem e do Som (MIS), em São Paulo, que o sistema de saúde no Brasil deve ser tratado como política de estado e não de governo.

Ramos informou que os índices autorizados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) nos últimos 12 anos é quase metade do índice de inflação do setor de saúde no mesmo período. Lembrou ainda que cerca de 85% das receitas dos hospitais privados no Brasil são originários dos planos de saúde. Em sua opinião, o sistema de saúde só será sustentável se combater o desperdício, tanto no setor privado quanto no público.

É urgente, para Ramos, acabar com o vazamento de recursos em áreas “criminosas”. “Existe uma máfia instaurada nos hospitais do Brasil, e em muitos consultórios médicos e escritórios de advocacia, atuantes no segmento de OPME – Órtese, Prótese e Materiais Especiais”, disse, lembrando inclusive das duas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPI) – na Câmara e no Senado – que investigam o assunto.

Quanto à Judicialização da Saúde comunicou que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) tem apoiado a Abramge em acordo com o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo para mediar liminares dos processos distribuídos no Fórum João Mendes Júnior, no centro da capital paulista. A medida visa solucionar conflitos entre consumidores de planos de saúde e as operadoras, em processos referentes às coberturas contratuais, diminuindo assim o número de demandas envolvendo a assistência à saúde suplementar que tramitam na Justiça.

Fonte: Abramge

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