Seg - Qui 8:30 - 17:30 - Sex 8:30 - 17:00
(41) 2106-0010
R. Emanuel Kant 60 - sala 713 a 718

Capão Raso - Curitiba/PR

Plano de saúde: da atenção básica à alta complexidade

Os planos de saúde regulados pela ANS e regulamentados pela Lei 9.656/98 contemplam procedimentos médicos reconhecidos no país. Alguns eventos associados à estética, atividades desportivas e Medicina do Trabalho não são obrigatórios. Procedimentos de alta complexidade requerem infraestrutura mais robusta e mais especialização dos profissionais. Ressonâncias magnéticas, mamografias digitais, quimioterapias e cirurgias são exemplos.

GRANDE QUANTIDADE

Números da alta complexidade na Saúde Suplementar são expressivos. Em 2012, a taxa de ressonâncias per capita em cada mil beneficiários foi de 89,1, quase o dobro de países como Canadá (46,7) e Reino Unido (40,8). No sistema público brasileiro, essa taxa foi de 4,9. Nos planos de saúde, a taxa de tomografias foi de 94,1, superior à da Austrália (90,6) e do Reino Unido (76,4); no SUS, foi de 20,6. Foram observadas, ainda, taxas superiores às do SUS nas mamografias (714,0), cintilografias do miocárdio (9,4) e quimioterapias (30,6), contra 247,3; 1,4 e 5,9, respectivamente, no SUS.

TRANSPLANTES

São procedimentos complexos, alguns deles cobertos por planos de saúde. Planos com assistência hospitalar, a partir de 1999, cobrem transplantes de rim, córnea e medula. Incluem tratamento, despesas assistenciais com doadores vivos e captação, transporte e preservação dos órgãos doados, além de acompanhamento pós-operatório.

FUNÇÃO SUPLEMENTAR

Beneficiários de planos também têm direito a atendimento integral na rede pública. O Sistema Único de Saúde foi idealizado para garantir a universalização da saúde. Isso quer dizer, portanto, que deve oferecer atendimento de qualidade a todos os brasileiros. O sistema de saúde privado – operadoras de planos e seguros-saúde, hospitais, laboratórios, clínicas, centros médicos, médicos, dentistas e outros – tem a finalidade de suplementar o SUS na atenção à saúde.

URGÊNCIA E EMERGÊNCIA

Em casos de urgência e emergência, o beneficiário de plano de saúde também pode ser socorrido pelo SAMU. Na necessidade de hospitalização, ele é removido para a rede pública. Após os primeiros socorros, o paciente beneficiário de plano é conduzido à rede privada, se assim o desejar.

Fonte: Fena Saúde

Posts recentes

Fale conosco

Surgiu alguma dúvida, fale conosco!