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Os convênios médicos individuais, contratados a partir de 1999, terão aumento de até 9,04% neste ano, segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Trata-se do maior reajuste desde 2005, quando o índice atingiu 11,69%. O aumento afeta cerca de 8,4 milhões de usuários, o equivalente a 17,6% do total do mercado.

A Abramge, entidade que representa as operadoras de planos de saúde, considerou razoável o reajuste. “O aumento foi razoável. Mas defendo reajustes diferenciados por regiões do país porque esse índice pode ser bom para uma determinada praça e baixo para outras localidades”, disse Arlindo Almeida, presidente da Abramge.

Para o Deutsche Bank o aumento ficou um pouco acima das expectativas, tendo em vista o “reajuste de 7,93% no ano passado e o interesse do governo em conter as atuais pressões inflacionárias no Brasil, especialmente com os recentes protestos”. O relatório do banco é assinado pelo analista Josh Milberg.

Um dos critérios para o reajuste dos convênios individuais é a média do aumento concedido nos planos empresariais, que representam 75% do mercado e onde há livre negociação entre operadoras e as empresas que contratam convênio médico para seus funcionários. No ano passado, o reajuste dos planos corporativos oscilou entre 12% e 15%, segundo o presidente da Abramge.

“A sinistralidade do convênio médico individual costuma ser maior porque muitas pessoas que contratam plano particular têm problema de saúde. Com isso, pode-se perceber que o preço do plano individual está sempre defasado”, disse o presidente da Abramge. A consequência, observa Almeida, é que muitas operadoras estão deixando de atuar no segmento de planos individuais.

Entre 2005 e 2012, o número de usuários de planos corporativos cresceu 51%. Neste mesmo período, o volume de convênios individuais aumentou apenas 12,6%.Segundo o presidente da ANS, André Longo, um dos motivos dessa diferença na taxa de crescimento é que houve uma migração para os planos empresariais tendo em vista o maior número de pessoas no mercado formal de trabalho nos últimos anos no país.

No mês passado, a Amil deixou de vender planos para pessoa-física e a Golden Cross restringiu seus canais de venda para essa modalidade de convênio médico. Atualmente, entre as grandes operadoras no país, apenas a HapVida, que atua principalmente no Nordeste e Norte, e as Unimeds comercializam planos individuais.

Fonte: Valor Econômico

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