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Um número cada vez maior de brasileiros recorrerá ao setor privado de saúde, uma opção para quem não quer depender inteiramente do sistema público do Governo Federal. Para que os atuais e futuros beneficiários de seguros e planos tenham assegurada a continuidade do acesso ao atendimento de qualidade – o que depende dos gestores, de políticas governamentais e do bom uso dos recursos médicos -, é importante que todos os consumidores entendam como a Saúde Suplementar funciona.

As operadoras privadas são compradoras de serviços de saúde, oferecidos por médicos, dentistas, laboratórios, clínicas, hospitais, centros médicos e outros agentes – consultas, exames, internações, terapias e assistência médico-odontológica estão entre eles. A maior fração das receitas se reverte nesses serviços entregues aos beneficiários dos planos, que mantêm o sistema de Saúde Suplementar com o pagamento das mensalidades – única fonte de recursos. As associadas à Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) registraram, em 2013, receita de R$ 44,3 bilhões, e as despesas totais somaram R$ 42,3 bilhões, dos quais R$ 35,7 bilhões correspondem a despesas assistenciais.

Além das despesas crescentes, há o desafio do envelhecimento da população, que recorrerá cada vez mais aos serviços de saúde. Mais consciente de seus direitos e deveres, o consumidor também tem papel fundamental na fiscalização dos gastos com saúde, de forma a evitar que o desperdício inviabilize o funcionamento desse sistema no futuro.

O SUS e as operadoras de saúde

Segundo a Constituição de 1988, o sistema público tem a missão de universalizar o acesso à saúde. A Carta diz: “A saúde é direito de todos e dever do Estado”. E complementa: “As instituições privadas poderão participar de forma complementar do Sistema Único de Saúde, segundo diretrizes deste”.

Isso quer dizer, portanto, que o SUS deve oferecer atendimento de qualidade a todos os brasileiros, tenham ou não planos de saúde. Já o sistema de saúde privada – operadoras de planos e seguros saúde, hospitais, laboratórios, clínicas, centros médicos, profissionais médicos, dentistas e outros – tem a finalidade de suplementar o SUS na atenção à saúde.

Como o segmento se organiza

Cada plano ou seguro de saúde oferecido aos consumidores pelas operadoras – são 1.258 empresas em todo o país – se diferencia por aspectos apresentados e negociados com o futuro beneficiário no momento da contratação. São eles: área geográfica coberta; cobertura de rede de serviços escolhida; padrão de conforto; carências a serem cumpridas.

O setor de Saúde Suplementar reúne 71 milhões de beneficiários de planos de saúde – o que representa 35% da população brasileira. São mais de 50 milhões de beneficiários dos serviços de assistência médica e quase 21 milhões em planos exclusivamente odontológicos. Essa participação comprova a importância do segmento privado no suporte à saúde dos cidadãos.

As associadas à FenaSaúde têm, hoje, 27 milhões de beneficiários de planos de saúde: 38% do total no segmento. São 14,9 milhões de consumidores com planos de assistência médico-hospitalar e 12,1 milhões com planos exclusivamente odontológicos. A missão das associadas é contribuir para o aprimoramento do sistema, assegurando qualidade no atendimento em saúde para todas as gerações.

Associadas à FenaSaúde por modalidade:

São 31 operadoras FenaSaúde – dentro dos 17 grupos associados – assim distribuídas: 13 seguradoras, 12 medicinas de grupo e 6 odontologias de grupo.

Beneficiários FenaSaúde:

14,9 milhões de beneficiários com planos de assistência médico-hospitalar.

12,1 milhões de beneficiários com planos exclusivamente odontológicos.

Total de 27 milhões de vidas, o que representa 38% dos beneficiários no mercado.

Fonte: FenaSaúde

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