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Mesmo durante a pior recessão da história do Brasil, o setor de saúde manteve crescente a geração de empregos A crise econômica no Brasil trouxe impactos negativos para a sustentabilidade financeira do setor de saúde, em geral, e das operadoras de planos de saúde, em particular. No entanto, mesmo nos dois piores anos da recessão brasileira, 2015 e 2016, as vagas de empregos formais na saúde continuaram crescendo.

Em 2017, não foi diferente: enquanto o conjunto da economia registrou redução no número de vagas formais, os empregos no setor de saúde cresceram mais de 2%. No nível de qualificação média, a ocupação que teve mais vagas criadas, entre todos os setores econômicos, foi técnico em enfermagem. E as três primeiras posições entre as ocupações que exigem nível superior foram: enfermeiro, farmacêutico e fisioterapeuta.

As explicações para esse “descolamento” são variadas. De acordo com estudo de 2013 do Banco Mundial, o processo de envelhecimento da população brasileira, intensificado na atual década, contribui para o aumento constante da demanda por serviços de saúde e, consequentemente, por profissionais da área. Ao mesmo tempo, a incorporação de novas tecnologias nessa área, ao contrário do que diz o senso comum, também impulsiona o emprego, pois requer infraestrutura de transporte e equipes para operá-las.

O setor de saúde, enfim, além de promover bem-estar e assistência à população, tem importante papel na geração de renda no Brasil.

Fonte: Revista Visão Saúde

Data: Abr/Maio/Jun 2018

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