
ANS divulga beneficiários de junho de 2026
A ANS contabilizou 53,1 milhões de vínculos em planos de assistência médica e 36,7 milhões em planos exclusivamente odontológicos em junho de 2026

A ANS contabilizou 53,1 milhões de vínculos em planos de assistência médica e 36,7 milhões em planos exclusivamente odontológicos em junho de 2026

A ANS lançou uma plataforma para consulta, download e integração das tabelas TUSS. A ferramenta pode apoiar a atualização de cadastros e sistemas das operadoras.

A RN nº 678 da ANS inclui no Rol a ablação por cateter de campo pulsado para o tratamento da fibrilação atrial paroxística. A cobertura obrigatória começa em 1º de setembro de 2026.

A atualização do Painel de Contratantes da ANS mostra que o número de empresas contratantes, isoladamente, não revela o peso real de uma carteira coletiva. A análise conjunta de beneficiários, titulares e dependentes ajuda as operadoras a identificar concentração, dependência de grandes contratos, oportunidades comerciais e riscos para a gestão.

A ANS atualizou os dados abertos do Padrão TISS com informações assistenciais e financeiras referentes a 2025. A publicação amplia a transparência do setor e reforça a importância da qualidade, consistência e rastreabilidade dos dados enviados pelas operadoras de planos de saúde.

A atualização inclui nova cobertura para leucemia e ampliação de contraceptivo hormonal, exigindo revisão de DUT, autorização, parametrização sistêmica, rede e comunicação com beneficiários.

Nova edição do boletim da ANS reúne dados atualizados sobre utilização do SUS por beneficiários de planos de saúde, ressarcimento ao SUS, indicadores assistenciais e impactos do envelhecimento populacional na Saúde Suplementar.

Termo firmado entre ANS e AbbVie prevê descontos comerciais para o Risanquizumabe após sua incorporação ao Rol da ANS, reforçando a discussão sobre acesso a terapias inovadoras, sustentabilidade da Saúde Suplementar e preparação operacional das operadoras.

As RN nº 672 e nº 673/2026 ampliam coberturas obrigatórias envolvendo Nirsevimabe e Olaparibe no Rol da ANS e exigem atualização operacional, revisão assistencial e adequação rápida de protocolos pelas operadoras.

A ANS apontou desaceleração nos reajustes de planos coletivos médico-hospitalares, com média de 10,76% em 2025 e 9,9% nos primeiros meses de 2026. Apesar da queda, contratos menores, inflação médica, judicialização e custos assistenciais seguem pressionando a sustentabilidade das operadoras.
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