
RN nº 674 e RN nº 675 atualizam o Rol da ANS
A atualização inclui nova cobertura para leucemia e ampliação de contraceptivo hormonal, exigindo revisão de DUT, autorização, parametrização sistêmica, rede e comunicação com beneficiários.

A atualização inclui nova cobertura para leucemia e ampliação de contraceptivo hormonal, exigindo revisão de DUT, autorização, parametrização sistêmica, rede e comunicação com beneficiários.

A divulgação de informações financeiras relacionadas à sustentabilidade passa a exigir mais planejamento, consistência e governança das companhias abertas. Com a Resolução CVM nº 244/2026, a Comissão de Valores Mobiliários altera dispositivos da Resolução CVM nº 193/2023 e reforça que a decisão de divulgar, manter ou deixar de arquivar relatórios de sustentabilidade deve ser tratada como processo estruturado de gestão e transparência ao mercado.

Parecer técnico analisa como metodologias atuariais próprias podem tornar provisões técnicas mais aderentes ao risco assistencial real das operadoras de Saúde Suplementar.

A fragilidade das credenciais continua sendo uma das principais portas de entrada para incidentes digitais. O fortalecimento das políticas de autenticação passou a integrar estratégias de governança, proteção de dados e redução de riscos operacionais em ambientes corporativos.

A segurança de e-mail tornou-se parte essencial da governança corporativa e da conformidade com a LGPD. O aumento de ataques de engenharia social, spoofing e malwares reforça a necessidade de processos internos, treinamento contínuo e gestão estruturada de incidentes envolvendo dados pessoais

A Resolução nº 18 da ANPD amplia exigências relacionadas à atuação do DPO, reforçando critérios de governança, autonomia técnica, transparência e integração do encarregado às estruturas estratégicas das organizações.

A ANS apontou desaceleração nos reajustes de planos coletivos médico-hospitalares, com média de 10,76% em 2025 e 9,9% nos primeiros meses de 2026. Apesar da queda, contratos menores, inflação médica, judicialização e custos assistenciais seguem pressionando a sustentabilidade das operadoras.

Relatório anual da ANS mostra fortalecimento de uma atuação regulatória mais baseada em monitoramento contínuo, dados, governança e desempenho operacional na saúde suplementar.

A RN nº 649/2025 traz novas diretrizes para operadoras de planos de saúde na modalidade de autogestão, com exigências sobre estrutura organizacional, governança, formalização de patrocinadores, transparência e possibilidades estratégicas de flexibilização.

A ANS passou a adotar, a partir de maio de 2026, um novo modelo de fiscalização para operadoras de planos de saúde. A mudança traz uma atuação mais preventiva e baseada em dados, com uso de indicadores como o IGR e análise por amostragem das reclamações. O modelo também amplia o peso da governança e da capacidade de resposta das operadoras, podendo resultar em ações mais estruturadas e sanções mais rigorosas em casos de descumprimento.
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